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junho 27, 2008
Amália ... Amáliar-te
Acho inúteis as palavras
Quando o silêncio é maior
Acho inúteis as palavras
Quando o silêncio é maior
Inúteis são os meus gestos
P'ra te falarem de amor
Inúteis são os meus gestos
P'ra te falarem de amor
Acho inúteis os sorrisos
Quando a noite nos procura
Inúteis são minhas penas
P'ra te falar de ternura
Acho inúteis nossas bocas
Quando voltar o pecado
Acho inúteis nossas bocas
Quando voltar o pecado
Inúteis são os meus olhos
P'ra te falar do passado
Inúteis são os meus olhos
P'ra te falar do passado
Acho inúteis nossos corpos
Quando o desejo é certeza
Acho inúteis nossos corpos
Quando o desejo é certeza
Inúteis são minhas mãos
Nessa hora de pureza
Inúteis são minhas mãos
Nessa hora de pureza
Amália
Acho Inúteis as Palavras (António S. Freitas/José Marques)
Publicado por inquilino às 05:45 PM | Comentários (0)
junho 20, 2008
sour times
Inside your pretending
Crimes have been swept aside
Somewhere where they can forget
Divine upper reaches
Still holding on
This ocean will not be grasped
All for nothing
Did you really want
Did you really want
Did you really want
Did you really want
Refuse to surrender
Strung out until ripped apart
Who dares, dares to condemn
All for nothing
Did you really want
Did you really want
Did you really want
Did you really want
Portishead - Mysterons
Publicado por inquilino às 09:36 PM | Comentários (0)
junho 09, 2008
Venal
Expression of inbred chromaticism, the lines become laced with poison
I never stopped wanting, never said I would
I can't stop myself from wondering
The tide was rising, but I won't dip my feet on such shallow sea
A promise of uncertainty is worse than tears for untold fears
I can't reason with you, so please
Stop
Publicado por inquilino às 06:30 PM | Comentários (0)