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março 26, 2007

Tales of the inexpressible

O rodopio corrompe as léguas marítimas do nunca mais que efervesce na esfera rectãngulo como força, as partilhas do presente são bastante para que nada reste ou fique restante. Espreme o talo do expresso, a rápida teia da vida que rasga e respira sem medo ou dor que valha e justifique a tenacidade implícita em cada batimento cardíaco. E a prosa, o literato raro em momentos de sôfrega arte, em vómitos bíblicos de superação instantânea, em prosaica relação de bens, parecer é ter é ser é viver...

escrever é fazer ...

Publicado por inquilino às março 26, 2007 05:11 PM

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