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março 26, 2007
Tales of the inexpressible
O rodopio corrompe as léguas marítimas do nunca mais que efervesce na esfera rectãngulo como força, as partilhas do presente são bastante para que nada reste ou fique restante. Espreme o talo do expresso, a rápida teia da vida que rasga e respira sem medo ou dor que valha e justifique a tenacidade implícita em cada batimento cardíaco. E a prosa, o literato raro em momentos de sôfrega arte, em vómitos bíblicos de superação instantânea, em prosaica relação de bens, parecer é ter é ser é viver...
escrever é fazer ...
Publicado por inquilino às 05:11 PM | Comentários (0)
março 20, 2007
... pele
Gostava de te expulsar de mim como uma célula cancerígena, amputar-te e enxertar outro ramo no meu tronco, como a rebulição nos torna amigos de inimigos e desertos para todos os outros. Gostava que fosse possível ignorar o fogo dos indesejados e polvilhar a situação de acúcar e canela. Mas o medo tolda os movimentos e os sentidos, e não posso fazer nada para resolver o impasse ...
Publicado por inquilino às 02:51 PM | Comentários (1)
março 14, 2007
desinspirado
...gosto de olhar para fogo de artifício, sem ver ou me importar com as consequências. Gosto de trailers mais do que de filmes, ou gostava ... não sei. Duvido de mim, como não duvidar de tudo, ou ceder à facilidade interpretativa dos maus juízos, o imenso mar de possibilidades travado e reduzido a gotas de suor. Gosto do absoluto, do absurdo de tudo e de nada ao mesmo tempo. Gosto de dores de cabeça e prefiro-as à letargia. Quero morrer de braços abertos e a perceber tudo, para que ao menos possam dizer que tive uma morte inspirada...
Publicado por inquilino às 05:10 PM | Comentários (0)