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novembro 22, 2006

ruína...

O ombro erguia-se majestoso, por entre as heras de fraca memória e os ruminantes que pastavam pelas imediações olhavam-no de soslaio, como se quisessem dizer - "Vai-te embora, desaparece, não me chateies!!!" - mas a consciência fina e precisa das necessidades não os deixava. Depois o braço quis coçar-se no cotovelo, e pode fazê-lo contra uma árvore, pode fazê-lo não porque quis, mas porque o deixaram. E finalmente, representantes do tronco neurótico que apregoavam a inevitabilidade de uma loucura igual a tantas outras chamada conhecimento foram lançados às chamas como tantas antes deles...

Publicado por inquilino às novembro 22, 2006 03:57 PM

Comentários

Sábias, nodósas, atríticas..às vezes mais vale deixá-las arder e observá-las enquanto encostamos o braço ao cotovelo De.

Publicado por: XayiDe em novembro 23, 2006 06:14 PM

Nodosas...sem grafismos penetras.

Publicado por: XayiDe em novembro 23, 2006 06:16 PM

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