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novembro 22, 2006
esparsa
...sopro a tempestade entre as pálpebras semicerradas luzes de dia e noites escuras caem como as folhas de alface dos ulmeiros em flor nos passeios à beira rio que desmaiam sem cor porque não lhe dedicamos sonetos e esperamos sentados o nascer da lua mesmo que nova mesmo que sol e derramamos tinta das chagas do peito mesmo que fechadas mesmo que abertas...
Publicado por inquilino às novembro 22, 2006 01:08 PM