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outubro 12, 2004
Tratei de mim...
Eu que não sei nada e quero lá saber, eu que nunca sei dos outros e quero lá saber, desvio-me dos desvios, respiro em pequenas inspiracões sôfregas, por não querer saber.
Não deixo nunca que me estraguem, decadência não é de todo corrupção, porque todos podemos ser felizes... sem enganar ninguém. Jorra do peito o rio de tinta, que é sangue sem ser madeira, coração sem cruz, que me ceguem os dedos e me cortem o pio se não for isto que eu quero dizer ...
Publicado por inquilino às outubro 12, 2004 03:51 AM